SONETO PARA OS RUMINANTES
Pode vencer a escuridão, o gozo!
Este nervo de luz que dói-te em medo,
Luz assombrosa, sem grilhões o touro,
Rude amor sujo de sol violento.
Sou a luz e sou noite! E, se és virgem,
Sei como bem desfibrar tua roupa,
Descabelar-te de assaz vertigem
No ir, teu abdômen, cavar com a boca.
Sou touro e sei cobrir-te. _ Olha, Porra!
Sou violência e sou vida. _ Corre, Voa!
Mas queres, bovina, morrer sem ar ...
Vaca premida nas escuras cercas.
Masca idiotia e capim cidreira.
Vai ruminar teus dias, vai pastar!
P.V.Jr.
Amor de nossas todas e tantas vidas, você precisa de férias quinzenais pra poder trabalhar deixando o mundo mais bonito e a nós, pobres caminhantes destas calçadas, mais felizes.
ResponderExcluirQue alegria!
BRAVO!!!